sábado, 30 de novembro de 2013

Emoção de pai ao achar filho que pensava estar morto na Síria

Um vídeo que mostra o momento emocionante em que um sírio reencontrou seu filho após pensar que o menino havia morrido no suposto ataque químico realizado em um subúrbio de Damasco na semana passada virou sucesso na internet devido ao seu conteúdo extremamente emocionante

A gravação teria sido feita no subúrbio de Zamalka, palco do massacre que deixou mais de mil mortos, segundo a oposição síria.

O homem fica chocado ao ver o menino e tenta sair correndo até ele, mas é contido. Diversas pessoas tentam acalmá-lo enquanto ele abraça o filho. O pai quase desmaia de emoção, e é segurado por familiares e amigos enquanto continua beijando o menino.



segunda-feira, 8 de abril de 2013

Hétero-passivo é tendência!


Materia massa demais.... pq envolve estudo antropológico... machos e bichas .... e muito engraçado as vezes parecer um artigo cientifico u.u

Um homem heterossexual pode sentir prazer sendo penetrado por outro homem? Um homem que sente prazer sendo penetrado por outro homem pode ser chamado de heterossexual?

Antes de discutir essas questões, quero indicar alguns textos: Porque a heterossexualidade não é natural; O ânus é um órgão sexual, de Leandro Colling e Aqui ninguém é hetero; Um homem heterossexual pode sentir desejo por outro homem, esses últimos de minha autoria.

É importante lembrar que, no Brasil, segundo os estudos antropológicos, até a década de 80, os homens se dividiam em: machos e bichas, sendo o macho o que penetrava outros homens e as bichas os sujeitos que eram penetrados.

O homem que penetrava não perdia o status de macho, inclusive em algumas situações tal fato era uma prova de sua virilidade. A partir dos anos 80, com a popularização dos discursos científicos oriundos da Europa, uma nova concepção de sexualidade ganha amplitude no Brasil, em que os sujeitos não são mais divididos em machos e bichas, mas em heterossexuais e homossexuais, sendo que os heterossexuais são os que desejam e mantém práticas sexuais com o sexo oposto, enquanto os homossexuais com o mesmo sexo. Uma concepção não substitui a outra e, embora a segunda passe a ter mais força, as duas continuam operando no Brasil.

É comum ouvir casos de homens considerados heterossexuais que penetram outros homens, isto é, de alguma forma, nossa cultura mantém uma certa permissividade ao homem considerado heterossexual penetrar um outro homem, desde que não tenha ocorrido algum envolvimento emocional e afetivo e os atos não tenham sido sistemáticos (constantes).

Esse tipo de homem, heterossexual, masculinizado, foi e é considerado o ápice do desejo de muitos homossexuais, símbolo de uma masculinidade verdadeira e autêntica. Não obstante era preciso que, além de masculinizado, esse homem fosse ativo, isto é, um “comedor”, mas eis que agora começa a surgir uma categoria de sujeitos que se dizem heterossexuais passivos.

Quem é esse homem hétero-passivo? São homens que se identificam com a heterossexualidade (evidente), mantém relações afetivossexuais com mulheres (essas relações podem ser através de vínculos matrimoniais ou casuais, com ou sem vínculo afetivo), rejeitam qualquer traço de feminilidade em si ou nos parceiros, sentem prazer penetrando mulheres, mas nas relações com homens querem ser penetrados.

Os heterossexuais passivos não penetram homens, são sempre penetrados. Os que mantém relações sexuais penetrando e sendo penetrados por outros homens se denominam de heterossexuais versáteis, que é uma categoria bem mais comum.

Não sou tão ingênuo de acreditar que em outros momentos da história esses homens não existissem, mas, hoje, com a popularização da internet, utilizada como mecanismos de busca por parceiros, esses sujeitos parecem aumentar e formular/textualizar uma identidade: a de hétero-passivo.

Onde se encontram tais sujeitos? Minha aposta é que em muitos espaços de sociabilidade, principalmente em bairros populares (mas duvido muito que seja apenas nestes), ocorrem interações que não podem ser explicadas pela dualidade heterossexual versus homossexual ou ativo versus passivo.

Foi nos sites de relacionamentos manhunt e disponível que analisei muitos desses perfis em minha pesquisa de mestrado realizada no Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade. Alguns diziam que buscavam novas experiências e que estavam dispostos a serem penetrados; outros sinalizavam que eram experientes e que desejavam serem apenas passivos nas relações sexuais.

Outra forma de sociabilidade entre esses homens ocorre nos chats do UOL (tomara que o Pastor Feliciano não descubra e denuncie à Polícia!). Existem salas específicas e uma delas é destinada a sexo entre homens heterossexuais.

Na maioria das vezes essas interações se iniciam com diálogos sobre o sexo com mulheres, depois começam a falar de masturbação entre homens e, por fim, sexo anal entre homens.

Encontrei também no Yahoo Respostas, um fórum que tem por objetivo trocar informações entre usuários da internet, a seguinte dúvida de um usuário:

“Sou casado e tenho uma vida hetero prazerosa. Só que desde 5 ou 6 anos de idade dou minha b… e preciso disso.Não sei se é homossexualismo ou vício… Só sei que é uma necessidade. Minha mulher não sabe e nem quer saber desses meus desejos.Não sinto atração por homens, só por pênis, por isso nunca tive um namorado, nem fui ativo com homem…Acho que sou um bissexual diferente e não sei o que fazer”.(Post completo e com respostas).

O sujeito acima não consegue um lugar identitário para seu desejo. Sente prazer com o sexo heterossexual, mas não consegue evitar o desejo de ser penetrado.

Um caso explorado midiaticamente é do ex-pastor evangélico da Igreja Universal, Alexandre Senna, que tornou-se ator pornô passivo, após o pedido da esposa, que não aceita que ele penetre mulheres, mas também porque seu pênis não está no padrão da indústria pornô. As pessoas que comentam as notícias nos sites e blogs sempre dizem que o mesmo é um homossexual enrustido, pois não concebem um heterossexual fazendo sexo anal passivo.

O que podemos dizer sobre esses sujeitos? O mais comum e pouco reflexivo, mas que tem lá sua verdade, é pensarmos no modo com as representações sociais negativas da homossexualidade podem fazer com que um grande número de sujeitos recuse tal identidade. Acho, contudo, que isso não responde completamente a questão.

É mais produtivo invertermos a pergunta: o que esses sujeitos dizem a nós? Essa questão faz muita diferença pois, se tomarmos os sistemas classificatórios para explicarmos os sujeitos, aniquilamos as diferenças, enquadrando-os em poucas possibilidades. Ao contrário, se utilizarmos as experiências e questionarmos os sistemas classificatórios, podemos problematizar o quanto a divisão heterossexual, homossexual e bissexual é limitante e não dá conta de explicar a sexualidade humana, que é complexa e atravessada por diferenças e singularidades.

Vale ressaltar que, mesmo recusando a homossexualidade, esses sujeitos assumem uma outra identidade problematizada, considerada anormal até por aqueles que aceitam a homossexualidade. Constroem, também, uma identidade considerada desviante.

É bem certo que a heterossexualidade confere um status de privilégio, no entanto, a passividade marca negativamente o homem. Poderíamos pensar numa tentativa de limpar a passividade de um status negativo e histórico? Talvez a masculinidade se transforme em um padrão cultural tão fortemente exigida que mesmo na passividade seja preciso estar dentro de tais padrões.

Podemos dizer que essa identidade hétero-passivo é uma invenção? Sim, toda identidade o é! A divisão hétero versus homo, ampliando para bissexualidade, é também uma invenção da ciência oitocentista, uma ficção. Uma criação que, apoiada no positivismo, acredita que poucas palavras conseguem dar conta da paisagem sexual. Uma limitação e higienização da nossa singularidade.

Nós estamos, no entanto, tão impregnados dessa construção binária que, se um homem se envolve com outro, nós questionamos o sujeito e nunca a divisão binária. Por que não questionamos essa ideia de que os heterossexuais não sentem prazer anal? Será que é possível mesmo que exista um grupo tão hegemônico em termos quantitativos que ignore determinada área do corpo?

Não estou desconsiderando (digo mais uma vez) o modo como o preconceito dificulta uma assunção à homossexualidade, mas considerando que, além de se proibir uma identidade, se interdita também o corpo, isto é, há uma castração anal, um interdito sobre o ânus. Os heterossexuais têm o ânus castrado, diz Beatriz Preciado.

Bem, enquanto a gente fica tentando responder essas questões, e por mais que alguns queiram simplificar tudo, achando que o mundo se divide em duas ou três possibilidades, os sujeitos vão vivendo suas fantasias, cada um com uma história singular, que problematiza nossas concepções e classificações.

Por essas e outras, hétero-passivo é tendência e está na moda!


Ate MAis

Sr N.

Fonte:

domingo, 17 de março de 2013

O Guerreiro da Luz e seu Mundo


O guerreiro da luz sempre procura melhorar. Cada golpe de sua espada traz consigo século de sabedoria e meditação.

Cada golpe precisa ter a força, a habilidade de todos os guerreiros do passado, que ainda hoje continuam abençoando a luta. Cada movimento no combate honra o movimento que as gerações anteriores procuraram transmitir através da Tradição.

O guerreiro desenvolve a beleza de seus golpes. Embora se comporte como uma criança.

As pessoas ficam chocadas, porque esqueceram que uma criança precisa divertir-se, brincar, ser um pouco irreverente, fazer perguntas inconvenientes e imaturas, dizer tolies.

E perguntam, horrorizadas: “È isso o caminho espiritual ? Ele não tem maturidade!”

O guerreiro se orgulha com este comentário. E mantêm-se em contacto com Deus, através de sua inocência e alegria. Age assim, porque no começo de sua luta, afirmou para si mesmo:

“Eu tenho sonhos”

Depois de alguns anos, percebe que é impossível chegar onde quer. Ele sabe que vai ser recompensado.

Neste momento, a grande alegria que animava seu coração, desaparece. Porque enquanto caminhava, conheceu a infelicidade alheia, a solidão, as frustrações que acompanham grande parte da humanidade. O guerreiro da luz então acha que não merece o que está para receber.

Quando aprende a manejar sua espada, descobre que seu equipamento precisa ser completo – e isto inclui uma armadura.

Ele sai em busca da sua armadura, e escuta a proposta de vários vendedores.

“Use a couraça da solidão”, diz um.

“Use o escuto do cinismo”, responde outro.

“A melhor armadura é não se envolver em nada”, afirma um terceiro.

O guerreiro, porém, não dá ouvidos. Com serenidade, vai até seu lugar sagrado e veste o manto indestrutível da fé.

A fé apara todos os golpes. A fé transforma o veneno em água cristalina.

O seu anjo sussurra: “entrega tudo”. O guerreiro ajoelha-se, e oferece a Deus as suas conquistas.

A entrega obriga o guerreiro a parar de fazer perguntas tolas, e o ajuda a vencer a culpa.

E se, ainda assim, achar que sua recompensa é imerecida, um guerreiro da luz sempre tem uma segunda chance na vida.

Como todos os outros homens e mulheres, ele não nasceu sabendo manejar sua espada. Errou muitas vezes antes de descobrir sua Lenda Pessoal.

Nenhum homem ou mulher pode sentar-se em torno da fogueira, e dizer aos outros: “sempre agi certo”. Quem afirma isto está mentindo, e ainda não aprendeu a conhecer a si mesmo. O verdadeiro guerreiro da luz já cometeu injustiças no passado.

Mas, no decorrer da jornada, percebe que as pessoas com quem agiu errado sempre tornam a cruzar com ele.

Por isso, o guerreiro da luz tem a impressão de viver duas vidas ao mesmo tempo. Em uma delas, é obrigado a fazer tudo que não quer, lutar por ideias nas quais não acredita. Mas existe uma outra vida, e ele a descobre em seus sonhos , leituras, encontros com gente que pensa como ele.

O guerreiro vai permitindo que suas duas vidas se aproximem.

“Há uma ponte que liga o que eu faço com o que eu gostaria de fazer”, pensa. Aos poucos, os seus sonhos vão tomando conta da sua rotina, até pronto para o que sempre quis.

Então, basta um pouco de ousadia – e as duas vidas se transformam numa só.

É sua chance de corrigir o mal que causou. Ele a utiliza sempre, sem hesitar.
Paulo Coelho

terça-feira, 22 de maio de 2012

Refletir sobre a morte faz bem para a vida


E não é que até a morte tem um lado positivo? Pois é, a gente chora e sente tanta saudade que chega a doer… e nada disso é gostoso, claro. Mas, no fim das contas, essa tristeza nos faz refletir sobre a nossa mortalidade (e essa coisa delicada e efêmera que é a vida). E isso faz bem para a vida (desde os relacionamentos até a saúde).

É o que concluiu uma pesquisa conduzida por psicólogos da Universidade de Missouri. Eles avaliaram vários estudos anteriores para provar que desastres também podem trazer efeitos positivos.
Entre os estudos relacionados, um deles avaliava a reação dos americanos depois dos ataques às torres gêmeas do World Trade Center. Quem não se lembra dos discursos americanos cheios de ódio contra os muçulmanos logo após os atentados? É, mas nem todo sentimento era relacionado à vingança. Segundo os pesquisadores, as pessoas também expressaram níveis bem maiores de gratidão, esperança, gentileza e liderança, depois do 11 de setembro.
Quando outros terroristas destruíram um prédio no centro de Oklahoma, em 1995, o número de divórcios na cidade diminuiu bastante. Outros estudos ainda dizem que, quando refletimos sobre a morte, somos influenciados a tomar atitudes positivas, como fazer mais exercícios físicos ou parar de fumar. E há ainda uma reavaliação sobre as coisas que valem a pena na vida. Aí surgem perguntas como “será que estou dando mais atenção ao trabalho do que à família?” e mudanças de atitudes. É quando a gente lembra que tudo tem um fim, que é melhor aproveitar o tempo.
Viu só, dá pra encontrar um lado positivo até na morte. Não é fácil, mas dá pra tentar.


Ate mais

Sr N.

domingo, 11 de março de 2012

A linguagem nos faz humanos

O senhor chegou ao Brasil, em 1977, como missionário evangélico. Hoje, é ateu. O que o fez abandonar a fé ?


Eu era ateu até os 17 anos. Vim de uma família da Califórnia. Meu pai era alcoólatra, minha mãe morreu aos 29 anos e minha madrasta se matou. Eu tinha uma banda de rock e usava drogas. Nesse tempo comecei a namorar uma menina de uma família de missionários. Aos 18 anos, casei-me com ela e me converti. Passei a acreditar em tudo o que está na Biblía. A Biblía afirma que quem não acredita em Deus vai para o inferno. Como eu não queria que as pessoas fossem condenadas ao fogo eterno, virei missionário. Passei por treinamento nas florestas do México e me formei em linguística. Depois, fui escalado pela igreja para trabalhar na Amazônia, com os piraãs. O governo brasileiro dificultava a entrava de americanos na floresta, e as solução que achei para superar esse obstáculos foi matricular-me no mestrado na Unicamp, em Campinas. Por cinco anos tentei pregar a Bíblia na selva. Dois fatores me fizeram desistir da catequização e da fé. Primeiro, o contato intenso com o mundo acadêmico, que é assimétrico ao dos missionários. Segundo , a relação com os índios. Quando trabalhava com afinco na tradução da Biblia para o piraã, comecei a ter dúvidas sobre o significado daquilo tudo. Os índios me perguntavam coisas como "Você?". Quando eu disse que não o conhecia pessoalmente, eles chegaram à conclusão óbvia: "Você nunca viu esse Jesus e fala sobre ele". Bastou aquilo para entender que havia algo de estranho no fato de aquele tribo primitiva ser muito mais exigente do que eu, uma mente do Primeiro Mundo, com a exibição de evidências científicas para embasar afirmações.

Isso mudou sua vida ?

Um dia, um piranhã me disse: "Nós gostamos de você, mas sua mensagem nada significa para nós". Eu passei a me questionar cada vez mais intensamente se não estava tentando impor a eles uma maneira diferente de ver o mundo sem sequer poder lhes dar uma explicação lógica para isso. Em paralelo, comecei a perceber aqueles ensinamentos não faziam mais sentido para mim mesmo. Em 1984, quando fui trabalhar no MIT, eu já me transformara em um ateu. Nesse tempo, meus serviços como missionário se tornaram uma fachada para o que realmente me interessava, que eram os estudos de linguística. Anos mais tarde, na Inglaterra, onde fui professor da Universidade de Manchester, revelei finalmente à minha esposa que havia perdido a fé. Eu disse a ela que , para mim, Jesus, se existiu mesmo, foi apenas uma pessoa boa, mas não o filho de Deus. Eu me senti livre, dono daquela liberdade de alguém que consegue superar suas crenças e se sente, então, honesto consigo mesmo.



Materia da revista Veja edição 2259  -  7 de março de 2012
 
 Até Mais
 
Sr N.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Viena abriga a primeira escola de sexo do mundo


Uma sueca abriu a primeira escola internacional de sexo do mundo. Localizada em Viena, na Áustria, a instituição oferece aulas práticas para melhorar a performance de seus alunos na cama. A primeira turma começa em janeiro.


As aulas serão ministradas em uma mansão do século 18 especialmente ornamentada para as necessidades do curso. Para se matricular, basta ter mais de 16 anos e falar alemão, língua oficial do curso. O período de seis meses custa R$ 4 mil.


“Ensinamos posições sexuais, técnicas de carícias e conhecimentos anatômicos. E tudo na prática”, revela a criadora, Ylva-Maria Thompson, em entrevista ao "Daily Mail". 


Vale ressaltar que os alunos dormirão em quartos mistos. Assim, ficarão à vontade para fazer a lição de casa.

sábado, 26 de novembro de 2011

Qual-e-o-dia-mais-triste-da-semana ???



Errou, não é a segunda-feira. E nem a quarta-feira logo após um feriado, vale dizer.
O dia mais triste da semana, de acordo com pesquisadores da Universidade de Gotemburgo (Suécia), é o domingo. A conclusão do estudo saiu de entrevistas feitas com cerca de 12 mil pessoas, lá na Europa, entre 1985 e 2007: em uma escala de 0 a 10, o humor do povo nos domingos não ultrapassava a baixa média de 6,8.
Os caras só encontraram duas exceções a essa regra: entre os entrevistados que eram viúvos, os sábados conseguiam ser ainda mais deprês do que os domingos; já para os moradores da antiga Alemanha Ocidental, o pior dia era a sexta-feira. Eles não explicam o porquê.
O ápice do bem-estar, por outro lado, é sempre registrado durante a semana, em todos os grupos — especialmente nas terças e quintas-feiras.
Crédito da foto: flickr.com/therogue

fonte : http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/qual-e-o-dia-mais-triste-da-semana/


Ate mais

Sr N.